Águas do Marco

Perguntas Frequentes

  • Estou obrigado a efetuar a ligação à rede pública de abastecimento de água e/ou de saneamento de águas residuais?

    Sim, se existir rede pública de abastecimento de água ou de saneamento de águas residuais disponível a menos de 20 metros do limite da propriedade. Nestas situações devem ser abandonadas as soluções privativas de abastecimento de água para consumo humano ou de drenagem de águas residuais (furos e outras captações, assim como fossas sépticas) até aí utilizadas.

  • Como é efetuada a ligação à rede pública de abastecimento de água?

    A ligação à rede pública do sistema de abastecimento é assegurada pelo ramal de ligação, que é a tubagem compreendida entre o limite da propriedade e o sistema público de distribuição.

  • Como é efetuada a ligação à rede pública de drenagem de águas residuais?

    A ligação à rede pública de drenagem de águas residuais é assegurada pelo ramal de ligação e a respetiva caixa de ramal de ligação, localizada no limite exterior da propriedade a servir. A rede predial de saneamento da propriedade deverá ser ligada à caixa de ramal de ligação após autorização da Águas do Marco, sendo que, não é autorizada a ligação de águas de origem pluvial (águas recolhidas das chuvas).

  • Posso recorrer a um furo para abastecimento da minha habitação?

    Depende da existência ou não de sistema público de abastecimento próximo da sua habitação. Se pretender utilizar a água para consumo humano, só pode realizar um furo se não existir rede pública de abastecimento de água disponível (ou seja, a menos de 20 metros do limite da propriedade). Se pretender utilizar a água para outros fins, nomeadamente rega ou enchimento de piscinas, pode fazê-lo.

  • Posso utilizar uma fossa sética para rejeição das águas residuais da minha habitação?

    Depende da existência ou não de sistema público de saneamento de águas residuais próximo da sua habitação. Em regra, só pode fazê-lo se não existir rede pública de saneamento de águas residuais disponível (ou seja, a menos de 20 metros do limite da propriedade).

  • Que análises são realizadas à água que me é fornecida para garantir a sua qualidade?

    A qualidade da água na torneira do consumidor é analisada de acordo com os parâmetros e a frequência definidos na lei, sendo o número de análises proporcional ao volume de água distribuída pela entidade gestora.

    Além do controlo da qualidade na torneira do utilizador, as entidades gestoras dos sistemas de abastecimento público devem também controlar a qualidade da água em todo o seu percurso, que se inicia com a captação da água.

    Com o controlo da água em todas as fases do seu percurso (captação, tratamento, armazenamento, distribuição e torneiras) pretende-se garantir a qualidade adequada para consumo humano.

  • Onde posso consultar os resultados das análises sobre a qualidade da água?

    Poderá consultar os resultados das análises sobre a qualidade da água na Área do Cliente - Qualidade da Água.

  • Será preciso instalar um equipamento de tratamento da água na torneira da minha casa para melhorar a qualidade da água da rede pública?

    Não. A água da torneira é uma água natural, devidamente tratada e destinada ao consumo humano, sendo mineralizada e equilibrada e contendo sais dissolvidos em quantidades que são essenciais à saúde.

    O padrão de qualidade da água destinada ao consumo humano define-se por um conjunto de caraterísticas (parâmetros e respetivos valores paramétricos) fixadas na legislação nacional e europeia, com base nas orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS), nos conhecimentos científicos e no princípio da precaução, podendo esta água ser consumida com segurança.

    A água da rede pública no Marco de Canaveses é sujeita a um exigente e rigoroso controlo da qualidade definido na legislação. A água fornecida pela Águas do Marco é de excelente qualidade, reconhecida pela Entidade Reguladora do Serviço de Águas e Resíduos através da atribuição, pelo 4.º ano consecutivo, do “Selo de Qualidade da Água para Consumo Humano.”

  • Apresentaram-me um “purificador” de água. O que deverei concluir da experiência apresentada?

    A água destinada ao consumo humano tem na sua composição diversos sais minerais e outros compostos que, nas quantidades adequadas, são benéficos para a saúde humana, o que significa que a água que bebemos não deve ser isenta destes elementos.

    Uma das demonstrações frequentemente realizadas por algumas das empresas fornecedoras de purificadores de água é o da eletrólise da água da torneira, na qual os sais minerais e compostos que existem na água são separados através da corrente elétrica, acumulando-se nos elétrodos colocados dentro da água. A acumulação destes compostos e sais minerais nos elétrodos forma uma película visível, devido à separação dos diferentes elementos químicos naturalmente presentes na água destinada ao consumo humano.

    A segunda parte da demonstração consiste, regra geral, em realizar o mesmo procedimento na água filtrada pelo "purificador" que se pretende comercializar. Esses aparelhos recorrem a processos de osmose inversa ou de permuta iónica, onde os sais minerais presentes na água são retidos, pelo que, quando ocorre a eletrólise dessa água, não se forma a referida película.

    Nessas demonstrações pretende-se, por vezes, levar o consumidor a acreditar que a água que chega a sua casa pela rede pública tem uma má qualidade.

    Na verdade, a osmose inversa, ao eliminar os sais minerais dissolvidos na água, transforma uma água mineralizada e equilibrada no equivalente a água destilada, como a utilizada, por exemplo, no ferro de engomar.

    Com efeito, a água purificada por osmose inversa é normalmente utilizada em indústrias farmacêuticas, laboratórios ou outras indústrias que necessitam, em processos fabris, de uma água com elevado grau de pureza, mas não é a mais adequada ao consumo humano, uma vez que, após a osmose inversa, a água terá carência de sais minerais dissolvidos e o seu consumo não é aconselhável, já que, para ter funções biológicas, a água necessita conter sais minerais, como o sódio, potássio, cálcio e magnésio.